Últimas Notícias Política Educação  Saúde Segurança Cultura Social Esportes PontalCast
Ituiutaba Prata Uberlândia Santa Vitória Campina Verde Capinópolis Itapagipe Gurinhatã Cachoeira Dourada

Ipsos-Ipec: 43% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo, e 25% como bom ou ótimo



Segundo instituto, pesquisa mostra estabilidade e dificuldade para o governo melhorar sua popularidade. É a 2ª vez no terceiro mandato do petista que o Ipsos-Ipec aponta que a avaliação negativa supera a positiva.


Publicado em Junho 13, 2025 por Redação Pontal

­Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta quinta-feira (12) aponta que 43% dos brasileiros avaliam o governo do presidente Lula (PT) como ruim ou péssimo, e 25% como bom ou ótimo.

Outros 29% consideram o governo Lula 3 como regular e 2% não sabem ou não responderam.

 

É a segunda vez no terceiro mandato do petista que o instituto aponta a que a avaliação negativa supera a positiva.

Segundo o instituto, a pesquisa mostra estabilidade em relação ao mês de março e “reforça a dificuldade do governo em melhorar a sua popularidade”.

Veja os números:

Ruim ou péssimo: 43% (eram 41% em março);

Regular: 29% (eram 30%);

Ótimo ou bom: 25% (eram 27%);

Não sabe/não respondeu: 2% (era 1%).

 

Foram ouvidas 2.000 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de junho. Margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Foram ouvidas presencialmente 2.000 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias em 132 cidades do Brasil entre 5 e 9 de junho.

O que a pesquisa mostra

Segundo o instituto, a avaliação negativa variou de 37% para 45% entre quem tem de 45 a 59 anos e de 43% para 50% entre moradores da região Norte/Centro-Oeste.

A avaliação positiva da gestão do presidente Lula é melhor entre:

quem declara ter votado em Lula em 2022: 53%;

moradores da região Nordeste: 38%;

os menos escolarizados: 36%;

quem tem renda familiar de até 1 salário mínimo: 33%;

os católicos: 32%.

 

A avaliação negativa é maior entre:

quem declara ter votado em Jair Bolsonaro na eleição de 2022: 75%;

que têm renda mensal familiar superior a 5 salário mínimos: 59%;

os mais instruídos: 51%;

os evangélicos: 50%.



Reprodução   /    Redação