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Oposição reage a veto de Lula ao PL da Dosimetria e prevê derrubada de decisão



Parlamentares se posicionaram por meio de notas e publicações em redes sociais. Entre eles, o relator do projeto na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que criticou anúncio.


Publicado em Janeiro 8, 2026 por Redação Pontal

Parlamentares de oposição reagiram ao veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao “PL da Dosimetria” nesta quinta-feira (8).

 

O projeto de lei reduziria penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados por atos golpistas, inclusive pelos episódios de vandalismo de 8 de janeiro de 2023, que nesta quinta completa três anos.

 

O deputado federal Paulinho da Força, presidente do Solidariedade e relator do projeto, emitiu nota de repúdio ao anúncio do presidente — feito durante cerimônia no Palácio do Planalto.

 

Segundo o parlamentar, ao vetar o projeto, Lula “desconsidera a construção coletiva do Congresso e reabre tensões que já haviam sido superadas”.

Além disso, envia um sinal perigoso “de que o Brasil não busca a paz institucional, mas o confronto permanente”.

 

“Estou trabalhando para derrubar esse veto e contribuir para a pacificação institucional do Brasil, com firmeza, responsabilidade e compromisso com a democracia”, prosseguiu o deputado.

 

🔎A data exata do início dos trabalhos do Congresso neste ano ainda não foi definida, embora a expectativa seja fevereiro.

 

O anúncio precisa ser feito pelo presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

 

O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara, publicou um texto em suas redes sociais no qual afirmou que Lula “sabe que o veto será derrubado na primeira sessão do Congresso”.

 

Sóstenes mencionou também que o veto é a prova do “ódio que ele [Lula] e a esquerda tem dos patriotas, da direita e dos conservadores”.

 

Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe e cumpre pena na Superintendência da PF, em Brasília.

 

Além dele, outros cinco estão na mesma situação (veja a situação dos condenados).



Reprodução   /    Redação